Gerenciamento de projetos dentro e fora de uma Empresa Júnior

Gerenciamento de projetos dentro e fora de uma Empresa Júnior. Todos os dias, centenas de ideias inovadoras surgem ao redor do mundo. No entanto, porque apenas algumas ideias – bem poucas, na verdade – chegam até a gente e geram impactos reais, seja em pequena, média, ou larga escala?

Os motivos podem ser inúmeros, mas, sem dúvidas, com uma má gestão desse projeto, o resultado final será muito diferente do previsto na idealização.

Por isso, a área de gestão de projetos é tão importante hoje em dia. Para além de ter uma boa ideia, é necessário estudo, técnicas, ferramentas e metodologias para garantir que o que foi pesado se torne algo concreto e traga benefícios reais.

A área de projetos em uma empresa envolve principalmente melhoria de performance e índices técnicos, além de projetos de implementação de novas tecnologias e desenvolvimento de produtos.

O projeto pode ser tanto externo quanto interno. Um exemplo de projeto interno é quando um cliente procura a Prisma para realizar um Desenvolvimento de produto que foi idealizado por esse cliente.

Já um exemplo de projeto interno ocorre quando, por exemplo, uma indústria do setor químico deseja realizar uma alteração na sua planta para atender algum parâmetro de produção, processo, segurança, etc.

Abordagens gerenciamento de projetos

A depender das características e especificidades de cada projeto, pode-se realizar uma abordagem diferente em relação à sua gestão.

O ciclo de vida de um projeto discorre sobre os grupos de processos necessários em um projeto. De acordo com o guia PMBOK, “ciclo de vida é a estrutura básica de desenvolvimento de um projeto e, com isso, gerenciar o projeto. Consiste em uma série de fases pelas quais um projeto passa desde seu início até a sua conclusão”.

Basicamente, existem 3 estruturas para o ciclo de vida um projeto:

  • Preditiva;
  • Adaptativa;
  • Híbrida.

Em um projeto preditivo, é possível definir o escopo do projeto (o que será feito, o que não será feito, prazo, quanto custará, quais os recursos necessários, quem são os stakeholders envolvidos, dentre outros aspectos) de forma assertiva e logo no início do projeto, com (espera-se) poucas mudanças ao longo da execução.

Já em um projeto adaptativo (ou ágil), é difícil, por diversos fatores, obter um escopo bem definido logo de início, de modo que as mudanças e adaptações são a base desse tipo de projeto.

A abordagem híbrida, por sua vez, é uma mescla dos dois casos anteriores, ou seja, quando é possível definir o escopo até um certo nível de precisão, mas mudanças são previstas ao decorrer do projeto.

Empresa júnior x Empresa sênior

Tanto uma empresa júnior (EJ) – formada e gerida por profissionais em formação – quanto uma empresa sênior, de modo geral, possuem a área de projeto como um dos seus setores.

Esses profissionais são responsáveis pelas atividades gerenciais do projeto, mantendo a visão do cliente dentro do projeto e garantindo que a equipe esteja avançando da melhor forma possível, dando enfoque aos prazos, priorização de demandas, análise de riscos e, na Prisma, garantindo o funcionamento do Scrum, metodologia ágil utilizada para gestão dos nossos projetos.

Uma ferramenta muito importante na elaboração e execução de um projeto é a opinião especializada. Na empresa sênior, esse profissional pode ser contratado ou já fazer parte do time. Para uma EJ, esse profissional geralmente é um professor da universidade à qual a empresa está vinculada.

Na Prisma, contamos com a opinião especializada de diversos professores da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, além de profissionais de outros departamentos da UFBA.

Além disso, uma EJ geralmente tem sua área de projetos voltada à projetos externos, que são vendidos pela empresa, já que essas organizações não contam com grandes estruturas e processos internos complexos (como em uma produção industrial).

Qual empresa devo escolher para meu projeto?

O que vai definir se uma empresa é capacitada ou não para determinado projeto não é o fato dela ser júnior ou sênior, mas sim, seu compromisso com o cliente e seus recursos para execução.

Ao contratar uma empresa júnior, além de contribuir para a formação de profissionais capacitados, você ainda consegue economizar, já que os custos operacionais de uma EJ são menores, o que reduz também o preço de venda de seus serviços.

Caso deseje contratar uma empresa que conta com uma área de projetos capacitada e suporte de especialistas que lecionam em uma das melhores universidades do país, entre em contato conosco!

 Referências

https://pt.linkedin.com/pulse/ciclo-de-vida-abordagens-gerenciamento-projetos-marina-costa

 

Autor: Paulo Roberto Veloso

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