GOTTLIEB, O GRANDE QUÍMICO

A história da química no Brasil certamente não seria a mesma sem a contribuição de um grande cientista: Otto Richard Gottlieb. Nascido no ano de 1920 na República Tcheca e posteriormente naturalizado brasileiro, Gottlieb realizou grandes estudos na área da fitoquímica, tendo contribuído sistematicamente para a preservação do patrimônio vegetal brasileiro e revelação da imensa[…]

CURIOSIDADE DO DIA – CHEIRO DE MOEDAS NAS MÃOS

Ao manipular moedas por certo tempo você poderá notar um cheiro desagradável em suas mãos. Os odores produzidos durante esse manuseio têm a ver com as reações químicas que ocorrem entre o suor das mãos e o metal componente das moedas (Cobre, Níquel, Prata, etc). Mas por que em algumas pessoas os odores produzidos durante[…]

FIBRIA: “EFICIÊNCIA ECONÔMICA E RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL”

(Texto enviado pelo Representante Beta EQ, Jocirlei Felicio) 
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Fornecedora de insumos e produtos para todos os setores produtivos, a indústria química desempenha relevante papel na economia. Dados da ABIQUIM (Associação Brasileira de Indústrias Químicas) indicam que a indústria química contribuiu com 2,8% para o PIB brasileiro e obteve um faturamento de R$ 335,9 bilhões em 2013.  Nesse cenário, destaca-se a Fibria, líder mundial na produção de celulose de eucalipto, possui capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, com fábricas localizadas em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint venture com a Stora Enso. Em sociedade com a Cenibra, opera o único porto brasileiro especializado em embarque de celulose, Portocel (Aracruz, ES).

Com uma operação integralmente baseada em plantios florestais renováveis localizados nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Bahia, a Fibria trabalha com uma base florestal total de 969 mil hectares, dos quais 343 mil hectares são destinados à conservação ambiental.

Em outubro de 2012, a companhia firmou aliança estratégia com a empresa canadense Ensyn para investir no segmento de combustíveis renováveis a partir de madeira e biomassa. Além disso, a Fibria e a Klabin aprovaram a celebração de um contrato para fornecimento de celulose de eucalipto (fibra curta), que será produzida na nova fábrica da Klabin em construção na cidade de Ortigueira, no Paraná (Projeto Puma). Com capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas, sendo 1,1 milhão de celulose de fibra curta, a fábrica tem seu início de operação previsto para 2016.
Dentre as etapas que compõem a fábrica destacam-se as operações unitárias e os processos unitários. Em relação às operações unitárias tem-se: picagem da madeira, classificação granulométrica dos cavacos, transporte dos cavacos até o digestor, filtragem da polpa cozida, mistura da polpa + químicos do branqueamento, filtragem da polpa branqueada, secagem da polpa. E como processos unitários: digestão e branqueamento da polpa. Com isso, para que o processo produtivo seja eficaz, necessita-se de colaboradores que possuem o perfil desejado, ou seja, com competência, habilidades e atitudes. Dentre esses colaboradores destaca-se o Engenheiro Químico.
Na Fibria, o Engenheiro Químico desempenha um papel essencial tanto na parte técnica quanto na parte gerencial, abaixo algumas das atividades realizadas:

FOLHA BIÔNICA: UMA NOVA MANEIRA DE OBTENÇÃO DE COMBUSTÍVEL?

Biólogos e pesquisadores são aliados em um projeto audacioso: transformar energia solar em combustível líquido   A fotossíntese é um processo biológico feito por seres autótrofos afim de obter seu próprio alimento. Mas, apesar de extremamente interessante, o processo é bastante ineficiente (as plantas terrestres convertem a luz solar em biomassa com uma eficiência de[…]