ME FORMEI, E AGORA?

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“Como sabemos, os 5 anos (ou mais) de formação em engenharia química são de incansáveis descobertas e novos interesses a todo momento. Por isso, devemos estar bem conscientes das nossas escolhas para aproveitar todo o potencial da área pretendida.”

 

Como amplamente discutido anteriormente, o curso de engenharia química tem os primeiros anos focados basicamente em matemática, física e química. Logo depois, começam matérias mais específicas e, nos últimos anos, as matérias da engenharia em si. Contudo, um pensamento que acomete muitos formandos é: será que estou preparado para trabalhar com o conhecimento da universidade?

Diante dessa crescente, as universidades tem investido bastante em iniciativas para ajudar no direcionamento dos estudantes, uma vez que o Brasil é voltado para as áreas industriais. Uma delas são incentivo às Empresas Juniores que estão com projetos cada vez mais próximos da realidade que o engenheiro vai enfrentar no mercado de trabalho e auxiliam no treinamento deles antes mesmo de saírem da sala de aula. Outra grande ajuda para quem está prestes a se formar são os estágios em empresas da área que preferem, muitas delas abrem vagas de estágio e trainee para quem está no último ano da faculdade.

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O engenheiro químico é responsável, de forma geral, por planejar, projetar e acompanhar a implantação de novas indústrias. Por isso mesmo é um profissional tão requisitado. É ele quem define a capacidade produtiva e os equipamentos necessários à operação industrial, sendo responsável também pelos estudos de viabilidade técnica e econômica do projeto.

Ele formula e resolve problemas de engenharia relacionados à indústria química, acompanhando o processo de manutenção e a operação de sistemas. Seu campo de atuação é abrangente e engloba as áreas de alimentos, bebidas, cosméticos, combustíveis, construção civil, biotecnologia, fertilizantes, fármacos, fibras sintéticas, agricultura, plásticos, produtos domésticos, papel e celulose, química nuclear, tintas e vernizes, polímeros, têxtil, indústria química de base, galvanoplastia, alcoolquímica, carboquímica, cerâmica, tensoativos, explosivos, aditivos, tratamento de água e meio ambiente, automação, processos, segurança, vendas, otimização, produtos médicos e biomédicos, gestão, treinamento, além da área de pesquisa laboratorial, entre outras atividades.

O recém-formado passa um período inicial de treinamento por várias áreas diferentes na empresa. Em seguida, começa a assumir projetos de pequena magnitude e sua responsabilidade vai, aos poucos, aumentando. No auge de sua carreira – o que ocorre geralmente aos 10 anos de formado, o engenheiro químico assume a área gerencial e, para isso, exige-se formação técnica sólida e habilidades administrativas. Muitos diretores e presidentes de grandes indústrias são engenheiros químicos.

Assessora de Conteúdo: Laísa Pitassi Zanon (UFRRJ)