PESQUISADORES DESENVOLVEM NOVO MÉTODO DE EXTRAÇÃO DE URÂNIO

 

Pesquisador do PNNL, mostra uma porção de urânio extraído a partir da água do mar.

A associação LCW Supercritical Technologies em parceria com o Laboratório Nacional do Noroeste do Pacifico deram um passo importante para a extração de Urânio da água do mar.

Esse novo método utiliza fibras acrílicas de baixo custo, reutilizável e quimicamente modificada para permitir a adsorção do Urânio. Durante os testes a água do mar foi bombeada através da fibra, em condições que imitam a do mar aberto. As fibras absorveram urânio suficiente para produzir 5g de urânio em pó.

Esse passo foi promissor para o futuro da extração de urânio, visto que a concentração media de Urânio no oceano é de cerca de 3,3 ppb, o que equivale a cerca de 4,5 bilhões de toneladas, segundo Garry Gill pesquisador da PNNL.

A próxima fase no desenvolvimento desta tecnologia teve início em Setembro e envolveu o uso de adsorvente expandido no oceano.

Gill afirmou: “Pretendemos fabricar vários adsorventes em escala comercial, para testar seu desempenho na água do mar costeira quente do Golfo do México.”

Até hoje, a maioria do trabalho do grupo foi em escala laboratorial, portanto, um grande esforço para a próxima fase será o desenvolvimento em escala comercial no oceano.

Além da extração de urânio, o PNNL acredita que sua técnica também possa ser usada para limpar cursos de água contaminados por metais pesados.

O material projetado para capturar o urânio da água do mar.

Os oceanos contém aproximadamente 788 vezes mais urânio do que o total de recursos identificados em minas terrestres. A medida que as reservas baseadas em terra forem se esgotando e a mineração em terra se torne mais cara, a extração pela água do mar pode se tornar um grande beneficio para a indústria.

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