ENGENHARIA QUÍMICA NA UNIFESSPA

 

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, Unifesspa, foi criada no dia 6 de junho de 2013 a partir do desmembramento da Universidade Federal do Pará, UFPA. Sua sede é localizada em Marabá, com três unidades, e possui também os Campi de Rondon do Pará, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu e Xinguara.

Antes de sua criação e expansão, a população da mesorregião do sudeste paraense, norte do Tocantins, sul do Maranhão e norte do Mato Grosso tinha de se deslocar aos grandes centros para ter acesso às diversas áreas do ensino superior agora ofertadas. Com a chegada da nova instituição, cursos bacharelados e licenciaturas foram implantados logo no ano seguinte, em 2014, com a entrada das primeiras turmas de graduações como Ciências Biológicas, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e a universal Engenharia Química.

Larissa Monteiro, do 8º Período em aula prática com um Reator Tubular

O curso foi criado em 17 de setembro de 2013, com oferta de 30 vagas anuais e em período integral, tendo como previsão da primeira formatura de Engenharia Química da Unifesspa em 2019. Inicialmente, foi recebido pela Faculdade de Engenharia de Minas e Meio Ambiente, FEMMA, que se localiza na Unidade II do Campus Sede da Unifesspa. A grade curricular abrange e tem muita aplicabilidade de áreas relacionadas à Engenharia de Minas, fator vantajoso para os graduandos uma vez que a região possui forte potencial de mineração. A Engenharia Química e a Engenharia de Minas seguem caminhando juntas até o presente momento na mesma faculdade.

No começo, poucos professores deram início ao curso. Nos dias de hoje, após vários concursos para diversas áreas, o colegiado conta com 17 professores, 12 doutores e 5 mestres. Eles podem mostrar na prática o que ensinam na sala de aula com vários módulos de tratamento de água, reatores tubulares e CSTR, trocadores de calor, laboratório de tratamento de minérios e tecnologia de alimentos. Muitas práticas são feitas no decorrer das disciplinas.

Discentes com a barra de cereais pronta, resultado da prática orientada pela professora Luciane Batistella

Em março de 2018 o curso foi avaliado pelo MEC. Muita ansiedade tomou conta de todos os Professores, técnicos e graduandos.  Após a visita para avaliar o corpo docente e tutorial, a organização didático-pedagógica do curso e a infraestrutura disponibilizada, toda a comunidade acadêmica ficou extremamente realizada, honrada e em êxtase em ser um dos 12 cursos com nota máxima entre 259 instituições de ensino superior públicas e privadas que oferecem o curso. 

 

A pesar do pouco tempo de existência, os estudantes do curso já alçam altos voos. Trabalhos já foram publicados em congressos de níveis nacionais como COBEQ (Congresso Brasileiro de Engenharia Química); ENTMME (Encontro Nacional de Tratamento de Minério de Metalurgia Extrativa) e há movimentação para publicações em outros como o CONEEQ (Congresso Nacional dos Estudantes de Engenharia Química); a faculdade possui representantes da FENEEQ (Federação Nacional de Estudantes de Engenharia Química); inúmeros projetos de extensão são feitos em diversas áreas como produção de biodiesel, flotação e materiais compósitos; o MEJ (Movimento Empresa Júnior) está cada vez mais consolidado na Engenharia Química Unifesspa; este ano irá acontecer a II SEQ Unifesspa, evento que foi sucesso ano passado e, entre muitos outras conquistas, os primeiros estagiários começam a sair. Hellen Ferreira e Nathália Rodrigues, aprovadas nas seleções da Gelnex em Araguaína e da Suzano em Imperatriz, são discentes da primeira turma e colocarão em prática os ensinamos adquiridos durante o curso.

Visita do MEC ao Galpão de Laboratórios

O amor pela Engenharia Química pelos graduandos e professores de Marabá e nítido. Para Sara Paulina do 6º Semestre “a engenharia química é universal mesmo, a gente aprende um pouquinho de cada coisa e ainda se aprofunda na EQ em si, É FANTÁSTICO!”. Já para Albner Júnior, do 2º período o que mais chama a atenção é o trabalho com a formação de novos produtos e melhoramento de processos já existentes. O encanto com o curso se estende aos docentes. Ruthinéia Jéssica Alves do Nascimento, atuante na área de modelagem, monitoramento de bioprocessos, se identifica com a pluralidade de áreas de interesse presente na Engenharia Química.

Graduandos de Engenharia Química da Unifesspa visitando indústria sucroalcoleira Mayti, perto de Imperatriz, no Maranhão.

Com toda a infraestrutura disponível, com professores qualificados e os graduandos envolvidos dessa forma, o sucesso que todos já obtém é notório. O futuro do curso é trilhado com passos e escolhas bem pensadas desde sua implantação. Em tudo que os futuros engenheiros químicos da Unifesspa fazem, lembram de uma certa frase dita pelo Professor Jean Louzada: Engenharia Química é outro nível!

 

Professora Ruthinéia Jéssica durante uma demonstração do trocador de calor casco e tubo

 

 

 

 

 

 

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