A IMPORTÂNCIA DO MEJ PARA OS ESTUDANTES DE ENGENHARIA QUÍMICA

O movimento empresa júnior surgiu em 1967 na França e veio para o Brasil em 1988. MEJ tem como propósito a busca por um Brasil Empreendedor. Trabalha-se todos os dias para formar pessoas comprometidas e capazes de transformar o Brasil por meio da realização de mais e melhores projetos.

Tem como valores, compromisso com resultados, sinergia, orgulho de ser MEJ, transparência e postura empreendedora.

Confederação Brasileira

No Brasil, temos a Brasil Júnior que é Confederação Brasileira de Empresas Juniores, sendo esta a instância que representa as empresas juniores brasileiras, impulsionando a vivência empresarial que elas proporcionam e legitimando-as à sociedade.

No triênio de 2019 – 2021, a Brasil Júnior tem como visão Brasil mais forte, conectado em todo o Brasil formando líderes que fazem mais projetos de alto impacto.

Além disso, cada estado possui sua respectiva federação, como o ES que tem a Juniores e SP a FEJESP. Junto a tudo isso, existem as empresas juniores (EJs) e muitas delas são do curso de Engenharia Química. É nesse ponto que começamos a falar o quão importante e agregador o MEJ pode ser para nós estudantes de Engenharia Química.

Encontro de Empresas Juniores de 2018 – Ouro Preto, MG.

As EJs funcionam igual empresa sênior, exceto que os empresários juniores não recebem salário. Sendo assim, todo o dinheiro é investido em capacitação para os membros. Elas possuem missão, valores, visão, serviços e clientes. Para as EJs que possuem estudantes de engenharia química no estatuto, elas podem e devem realizar projetos dentro da área da nossa graduação.

A partir de então quando um estudante participa da empresa júnior ele pode levar o conhecimento técnico aprendido dentro da sala de aula para a EJ e dessa forma criar projetos e vende-los, assim fomentando o empreendedorismo no campo acadêmico e transformando as realidades dos clientes.

Criando e vendendo projetos, aprendemos muito sobre gestão de projetos e venda, sendo competências que nem todas as universidades proporcionam aos estudantes de engenharia, mas que serão agregadores no futuro profissional.

O estudante e empresário júnior

E não só conhecimento técnico aprendemos na EJ. No MEJ podemos desenvolver as tão importantes e desejadas qualidades de destaque para empresas: as soft skills que são competências não técnicas e que competem a personalidade e comportamento do profissional, elas serão desenvolvidas através da vivência empresarial que o movimento empresa júnior irá proporcionar. Alguns exemplos de soft skills são relacionamento interpessoal, inteligência emocional, colaboração, boa comunicação e flexibilidade/adaptabilidade.

Se você se interessar por esse movimento que vem gerando transformações no país, procure mais no site Brasil Júnior, na sua Universidade, com a federação do seu estado (todos os estados têm), e se, na sua universidade não tiver uma EJ, por que não criar uma?

Patricia Rodrigues Gonring

Estudante de Engenharia Química da Universidade Federal do Espírito Santo – Alegre – ES

Fonte:

Brasil Júnior

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